A postagem sobre tabagismo e fumodrómos em Belém do Pará em edição anteriores a essa merece continuação desse tema em função da nova Lei Antifumo no Brasil, sancionada no dia 15 de dezembro de 2011, pela presidente Dilma Rousseff. Toda a sociedade brasileira, inclusive aos legisladores (principalmente aqueles de apoiaram criação de fumódromos) que proibe fumar em ambientes fechados, públicos ou privados em todo país.
Torna relevante a continuação deste assunto relacionado a interesse público principalmente quando há necessidade de informar e atualizar algumas situações especiais como o que ocorreu na Câmara Municipal de Belém do Pará na aprovação de lei permitindo o fumo em locais fechados ocorrido no dia 06 de junho de 2011 fumódromos).
A nova lei é para todo o país. Fica proibido fumar dentro dos estabelecimentos comerciais, condomínios, escolas, repartições públicas. É uma lei federal. Acaba então os fumódromos, as salinhas destinadas a fumantes entre outras.
Graças a luta anti-tabágica, houveram diminuição de fumantes no Pará que hoje é estimada em 17 % da população acima dos 17 anos de idade. Precisamos de meios para informar a população sobre os malefícios do tabaco como apoio da sociedade como também em apoiar serviços ou ações de acolimento ao dependente da nicotina (tratamento do fumante)
Médico com especialização em oncologia. Aqui você encontrará temas relacionados a saúde, principalmente na área de oncologia, além de assuntos gerais relacionados com a VIDA.
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domingo, 19 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de junho de 2011
A volta dos fumodromos
A Sra. Teresa Coimbra, vereadora de Belém do Pará encaminhou e aprovou lei (precisa ser assinado pelo Sr. Duciomar Costa prefeito da cidade) criando em espaços públicos, fumodrómos com exaustão adequada ao ambiente tratado. Alega que a livre escolha e os direitos iguais garantidos pela constituição.
É um assunto polémico que atrás dessa nuvem de fumaça está alguns fatos que temos que relatar. Veja abaixo:
1 - Eu acredito que a prevenção é o melhor remédio. Hoje, caso a população deixasse o fumo de lado, pelo menos grande percentual de canceres deixariam de existir. 30% é um bom número?
2 - Direitos de escolha, como referido pela Sra. Coimbra. Direito de dirigir alcoolizado? Direito de uso de outras tipos de drogas? Direito de não orientar as crianças que a educação é o melhor caminho? Direito dos garçons (no caso de restaurantes e bares) respirar ar poluído? Direito de colocar fumodrómos em hospitais e secretarias de saúde? Posso continuar em falar em direitos por várias horas.
Nos, população que elege os nossos representantes, esperamos que os mesmos nos ajude a lesgilar em prol da nossa sociedade. Esperamos que os nossos representantes fiscalize junto ao mandatário maior destinos dos recursos a serem aplicados na saúde. Que viabilize meios de apoio maior aos fumantes para que deixe o cigarro e respeite o direito de não poluir ambiente com o tabaco. Que viabilize meios para aqueles que ainda não experimentaram o fumo.
Algum personagem comentou (não sei se é verdade), que aquela pessoa mutilada pelo cigarro que aparece nas propaganda contra o fumo, só deixou de fumar quando os braços já tinha sido amputado pela doença . Engraçado, a própria doença é que ajudou o deixar de fumar. O braço dos nossos fumantes de Belém são esses fumodrómos? É isso que a nossa sociedade quer?
O poder público irá obrigar a iniciativa privada a construir esses fumodrómos?
Quem vai ser o responsável pela saúde dos garçons como relatado no exemplo acima? A prefeitura de Belém estará solidária a esse investimento de saúde/doença dos profissionais que trabalha em ambiente poluido pelo tabaco? Ou o responsável será o empresário? Já existe alguma lesgilação que apoie a justiça do trabalho?
Qual o papel das secretárias de saúde com relação a poluição tabagica? Terá meios de aferir tais poluições? Quem pagará tais multas, o empresário ou a câmara de vereadores? Prefeitura tem algum tipo de responsabilidade, caso aceite tal projeto?
O sindicatos dos médicos, publicou reportagem sobre o assunto e nessa publicação relatou que 3 colegas médicos abraçaram tal proposta. Eu tenho curiosidade de conhecer e entender os motivos que levaram os vereadores Abel Loureiro do DEM, António Vinagre e Raimundo Castro do PTB em apoiar tal projeto.
Ainda sobre direito, certa atriz global apareceu em publico com cigarro na mão. Ela pariu recentemente. Vocês já imaginaram (caso seja verdade e a vida mostra exemplos de mães que fuma durante a gravidez), é direito da criança em respirar o ar poluído no ventre materno?
Existe lei municipal do fumante? Existe lei do fumante em exigir menos aditivos no cigarro?
E a lei de ser proibido fumar em ambiente fechado. O Fumodrómo pode ser considerado como ambiente fechado?
Para a grande maioria dos médicos, o tabaco é a maior causa de doenças, de mais fácil prevenção, com que se confronta nas suas vidas profissionais.
O papel do médico no combate a essa epidemia tabágica é vital para a saúde.
O tabaco é o maior problema de saúde pública do mundo. É a maior causa de morte prematura nos países desenvolvidos, causa que pode ser prevenida.
É um assunto polémico que atrás dessa nuvem de fumaça está alguns fatos que temos que relatar. Veja abaixo:
1 - Eu acredito que a prevenção é o melhor remédio. Hoje, caso a população deixasse o fumo de lado, pelo menos grande percentual de canceres deixariam de existir. 30% é um bom número?
2 - Direitos de escolha, como referido pela Sra. Coimbra. Direito de dirigir alcoolizado? Direito de uso de outras tipos de drogas? Direito de não orientar as crianças que a educação é o melhor caminho? Direito dos garçons (no caso de restaurantes e bares) respirar ar poluído? Direito de colocar fumodrómos em hospitais e secretarias de saúde? Posso continuar em falar em direitos por várias horas.
Nos, população que elege os nossos representantes, esperamos que os mesmos nos ajude a lesgilar em prol da nossa sociedade. Esperamos que os nossos representantes fiscalize junto ao mandatário maior destinos dos recursos a serem aplicados na saúde. Que viabilize meios de apoio maior aos fumantes para que deixe o cigarro e respeite o direito de não poluir ambiente com o tabaco. Que viabilize meios para aqueles que ainda não experimentaram o fumo.
Algum personagem comentou (não sei se é verdade), que aquela pessoa mutilada pelo cigarro que aparece nas propaganda contra o fumo, só deixou de fumar quando os braços já tinha sido amputado pela doença . Engraçado, a própria doença é que ajudou o deixar de fumar. O braço dos nossos fumantes de Belém são esses fumodrómos? É isso que a nossa sociedade quer?
O poder público irá obrigar a iniciativa privada a construir esses fumodrómos?
Quem vai ser o responsável pela saúde dos garçons como relatado no exemplo acima? A prefeitura de Belém estará solidária a esse investimento de saúde/doença dos profissionais que trabalha em ambiente poluido pelo tabaco? Ou o responsável será o empresário? Já existe alguma lesgilação que apoie a justiça do trabalho?
Qual o papel das secretárias de saúde com relação a poluição tabagica? Terá meios de aferir tais poluições? Quem pagará tais multas, o empresário ou a câmara de vereadores? Prefeitura tem algum tipo de responsabilidade, caso aceite tal projeto?
O sindicatos dos médicos, publicou reportagem sobre o assunto e nessa publicação relatou que 3 colegas médicos abraçaram tal proposta. Eu tenho curiosidade de conhecer e entender os motivos que levaram os vereadores Abel Loureiro do DEM, António Vinagre e Raimundo Castro do PTB em apoiar tal projeto.
Ainda sobre direito, certa atriz global apareceu em publico com cigarro na mão. Ela pariu recentemente. Vocês já imaginaram (caso seja verdade e a vida mostra exemplos de mães que fuma durante a gravidez), é direito da criança em respirar o ar poluído no ventre materno?
Existe lei municipal do fumante? Existe lei do fumante em exigir menos aditivos no cigarro?
E a lei de ser proibido fumar em ambiente fechado. O Fumodrómo pode ser considerado como ambiente fechado?
Para a grande maioria dos médicos, o tabaco é a maior causa de doenças, de mais fácil prevenção, com que se confronta nas suas vidas profissionais.
O papel do médico no combate a essa epidemia tabágica é vital para a saúde.
O tabaco é o maior problema de saúde pública do mundo. É a maior causa de morte prematura nos países desenvolvidos, causa que pode ser prevenida.
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