quinta-feira, 1 de maio de 2014

Câncer e desenvolvimento humano

É impossível não tomarmos partido em decisão, mesmo que seja momentaneamente por influencia dos meios de comunicação atuais. Gestão, lideranças, liderados, interesses, educação são fatores que definem o momento que estamos vivendo.
Reflexão pós Tsunami no Japão com reconstrução de cidades em tempo recorde sem comentários de privilégios ou superfaturamento contrasta com que estamos observando no Brasil. Eu fico envergonhado com tantos escândalos ocorridos recentemente no Brasil que faz mal ter que escrever fatos de conhecimento de todos.
Quantas décadas ainda teremos que esperar para ter o país que tanto queremos?
Lendo o Liberal nesta data do dia do trabalhador, observei alguns comentários que aconteceram no passado que vale a pena compartilhar com todos.
Na coluna do conhecido Bernardino Santos, chama atenção do gestor municipal Intendente Antonio Lemos com projeto de Veneziar Belém, mantendo seus rios, canais, igarapés que cortam Belém. Não é preciso conhecer o projeto para definição do maior encantamento pela cidade como geração de empregos e rendas, melhoria em saneamento básico entre tantas conquistas. Tivemos desastre nas decisões políticas nos fechamentos dos canais, igarapés aterrando parte da cidade?
No mesmo jornal Liberal, na coluna do repórter70, referiu o jornal "Zero Hora", de Porto Alegre de 11 de março de 1983. O presidente João Batista de Figueiredo, negou, ontem, o aval do governo para a CBF pleitear junto a Fifa que o Brasil seja sede da Copa do Mundo de 86. A decisão foi tomada  depois da reunião com os ministros e anunciada pelo porta-voz Carlos Átila. A crise econômica, que recomenda "irrestrita austeridade", foi um dois fatores da decisão.
Continuando reportagem do Liberal comentando que se dizia á época é que então presidente JBF, em seu fiel estilo, foi curto e grosso: "Você conhece uma favela no Rio de Janeiro? Você já viu uma seca no Nordeste? Então você acha que eu vou gastar dinheiro com estádio de futebol?"
Basta saber votar ou aguardar um melhor desenvolvimento humano para dias melhores no controle do câncer?

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Mais médicos. Mais problemas II

Novamente lendo o Liberal, jornal paraense em 16/02/2014, em 2 colunas constatamos o óbvio. Vamos a leitura.
Na coluna do repórter 70, observado comentário que os médicos cubanos estão deixando os prefeitos paraenses literalmente quebrados. Eles não economizam na quantidade de medicamentos ministrados e, ao menor sinal da doença, emitem licenças médicas. Além disso, na maioria dos casos, recomendam tratamento fora de domicilio, que implica maior gastos.
Na coluna Tutti Qui, o autor  trata do amor. O amor é lindo, como referencia ao inesquecível Isaac Soares, colunista deste jornal, referenciado pelo sentimento do amor. Fato observado em algum município. Vejamos abaixo:
Quem acompanha as atividades médicas nos municípios paraenses, começaram a sentir cheiro de romances no ar. Os profissionais da terra de Fidel já estão namorando e tudo leva a crer que o relacionamento pode acabar em casamento, levando desespero para o governo cubano.
Com relação ao fato de usar medicamento caros, requer um trabalho maior dos órgão que estão acompanhando tal processo, visto que, supervisores destes médicos tem responsabilidade no ajuste do trabalho em sí. Outro comentário diz respeito a sentenciar que sem solucionar ações que para mim, são primárias como saneamento básico, padronização de medicamento, conhecimento das doenças, imunização entre tantas outras que o ministério da saúde sabe e conhece bem. Vale pena pesquisar a história da nossa saúde pública nos últimos 30 anos saberá como resolver esses problemas. Está tudo nos acervos do Ministério. Com esse conhecimento entenderemos a redução da mortalidade infantil, controle das doenças infectocontagiosas entre tantas outras soluções.
Com relação ao amor. Como acontece nos Estados Unidos da América? Ainda existe isso no país americano? Aqui, no nosso país é novidade. Esse amor pode ter alguns ingredientes. Pobreza nativa e liberdade cubana. Não? Existe mais algum atrativo? Democracia brasileira. Não. Não e não. Eu ainda acredito no amor.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Mais médicos mais problemas. E o câncer como é que fica?

Lendo o Liberal de Belém do Pará nessa manhã (9 de fevereiro) com reportagem da médica cubana criticando as condições em Pacajá separei parte da reportagem para um melhor entendimento da nossa saúde.
Quando questionada sobre a exploração do trabalho ser análoga á escravidão em função do valor pago do governo federal e as condições de trabalho em Pacajá ela referiu que trabalha de segunda a sexta-feira das 8 hs da manhã até as 5 da tarde.. Que ela tinha um controle, uma supervisão que se ela quisesse sair precisaria comunicar ás autoridades e aos seus chefes caso precisasse ir a Belém ou a outro lugar como Brasília. Isso era regra para todos os cubanos que foram para Pacajá.
Com relação a saúde da população e a estrutura do trabalho referiu que era péssima com média de atendimento de 30 a 40 pacientes diariamente e que a maioria era doenças ocasionadas por tomarem água suja, da pia, diabetes...doenças relacionadas a pobreza local. Não fazia nada além de uma apuração, uma sutura, uma triagem porque o posto médico não oferecia estrutura. Nesse caso eram encaminhado aos hospitais, que também era carentes, como exemplificado inexistência de ultrassonografia que também seriam referenciados para Marabá e para Belém. E que esse sentimento era generalizado e que se disserem que é mentira estariam mentindo.
Outro motivo que para mim é muito grave é de que o salário pago a outros médicos de outros países também contratado pelo programa mais médicos são superiores aos pagos aos cubanos.
Ramona Matos Rodrigues de 51 anos de idade abandonou no dia 1 de fevereiro o seu posto de trabalho no munício de Pacajá. Ela também comentou que não duvidava que outro médicos também possam ter a mesma reação e que o mais médico é precioso, mas não valoriza o médico cubano.
Vem algumas questões. Vejamos abaixo:
1 - A Sra. Ramona Matos falou alguma mentira?
2 - Todos nós brasileiros não sabíamos da infraestrutura precária?
3 - Todos nós brasileiros, são sabíamos que os centros de maior desenvolvimento arcariam com esse trabalho no interior do nosso país em função de uma nova demanda?
4 - Será proposto alguma mudança política com vista a uma saúde adequada junto aos nosso interioranos, como água potável, educação, renda entre tantos que a Sr. Romana não comentou?
5 - Realmente, precisamos dessa política sem envolvimento social adequado?
5 - Como não temos como enfrentar as doenças infectocontagiosas, podemos nós preocupar com o controle do câncer, que é um passo maior no atendimento da sociedade?

domingo, 29 de dezembro de 2013

Reveillon e câncer

 O réveillon é a maior festa de confraternização mundial.  Deveríamos fazer essa confraternização todos os dias da nossa vida e a fazemos num único dia. Comemoramos o alvorecer de um novo ano com futuro cheio de esperança desejando paz e prosperidade a todos. Esse ritual é muito rico. Levamos isso a sério, mesmo? Esse desejo com fé ocorre todos os dias da nossa vida?
A preocupação do réveillon vem desde a preparação da nossa ceia. Cardápios variados seguindo ritual prescrito por pessoas que recomendam esse ou aquele produto. As bebidas também seguem rituais que variam de acordo com o vícios de determinadas pessoas. A decoração geralmente permanece as utilizadas no Natal. Os trajes e as cores variam de acordo com a indústria da moda. É legal essa transformação. Temos que ter cuidado com os nossos gastos.
O réveillon geralmente é feito com as pessoas que se gostam,  seja amigos, família ou até mesmo desconhecidos que se envolvem de acordo com as propostas de vida como nas viagens, grupo de alpinistas, maratonistas, religiosos entre tantos sonhos de bem estar social.
Qual a relação do réveillon e câncer?
Estamos em mundo evolutivo com doenças sendo diagnosticadas mais precocemente, exames clínicos como da oncogenética intitulando-se como medicina do futuro diagnosticando a possibilidade de se ter o câncer. O melhor exemplo da oncogenética foi quando divulgado pela Angelina Jolie. Angelina retirou as duas mamas devido o altíssimo risco em desenvolver câncer de mama. Convém referir a evolução dos meios de tratamento como a cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
E essa proposta evolutiva continua com saneamento básico mais próximo de todos, imunizações, melhor perfil alimentar, melhores drogas com melhor controle das doenças infecciosas associados a outros fatores é que ganhamos uma melhor qualidade e alcançamos um ganho maior de vida. Estamos vivendo mais e melhor. Não é legal?
A oncogenética veio para lembrar que possuímos genes para o câncer e que não significa que iremos desenvolver essa doença. Devemos sim saber que esses gens podem ser ativados e essa ativação está relacionado com o nosso estilo de vida.
Devemos também lembrar que 35% dos tipos de canceres estão relacionados com hábitos alimentares inadequado, 30% relacionados ao tabaco, exposição inadequado aos raios solares, bebida alcoólica, stress entre outras.
A relação do réveillon e câncer é entender que precisamos sim mudar e que essa mudança seja no nosso dia a dia desejando com fé melhoria para todos e para nós mesmo. Procure um médico a converse com ele sobre os fatores de risco ao câncer e diagnostico precoce. Vale a pena mudar.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mobilização social no controle do câncer

Marcus Tullius em Roma, 55 ac. definiu que "o orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidas, se a nação não quiser ir a falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez viver por conta pública."
Podemos exercitar e atualizar pensamento de Marcus Tullius?
Em publicação ocorrido no dia 03 de julho de 2012 no blog antenormadeira.blogspot.com,           comentamos sobre liderança no controle do câncer, definimos o papel do líder, que muita das vezes o líder não precisa mandar para fazer acontecer. O líder sabe o seu papel e muita das vezes vive de sonho acreditando em transformação de trabalho aferido por qualidade de serviço, aumento de produção, redução de custos e satisfação social melhor.
Atualmente, nós nos deparamos com acontecimento sociais que deixam toda a sociedade perplexa causando uma expectativa com propósitos diferentes, dependendo de quem está interpretando. Não vou entrar no mérito das questões levantadas ou dos olhares diferenciados que cada cidadão possa ter. Vou sim, levantar alguns pontos que acho relevante, baseado nesse meu olhar e que sirva de debate e questionamentos. Vejamos abaixo:
Inexistência de liderança da mobilização social que está acontecendo em todo Brasil? Não. Esse é um exemplo de liderança nunca visto. Quantos lideres quando eram apenas estudantes que se elegeram e foram consumidos pelo poder? Quantos lideres ditos revolucionários que com o poder na mão, foram consumidos pelo próprio poder? Nessa movimento atual os lideres não aparecem. Não há cabeça para rolar. Não é legal?
Tudo bem. E como negociar com as lideranças? Não precisa. É só entender, o que o movimento social emanada das ruas quer e trabalhar em cima dessas questões. Os políticos são pagos para fazer esse trabalho e não fazem.
As demandas das ruas são claros e também não vamos comentar sobre isso, mas o mais importante está relacionado a corrupção e arrogância dos políticos. O exemplo mais claro dessa arrogância está relacionado a Lei Dilma dos 60 dias no tratamento do câncer e na importação de médicos cubanos para atendimento nas áreas ditas de risco, esquecendo das infraestruturas, medicamentos, exames clínicos e de diagnostico, contratação de equipes que fazem parte desses atendimentos. O ministério da saúde vai criar uma lei que diga a esses profissionais da saúde são profissionais em determinada área, noutra área são cidadãos comuns. Pode? Porque o medo de usar instrumentos que até hoje existe que é o processo Revalida? O medo é pela certeza dos resultados das provas serem reprovados? É esse o profissional que queremos?
O jornal " O Globo" fez uma enquete on line na semana passada, baseada nos protestos ocorrido nas ruas, com interesse especial de prioridade oriunda desses movimentos sociais. Vejamos abaixo:
Transporte público:                    6,0%
Educação:                                  8,0%
Saúde:                                      13,0%
Reforma política                      25,0%
Combate a corrupção              37,0%
Auditar gastos da copa             3,0%
Transparência do  governo       8,0%
A pesquisa/enquete on line, no momento dessa apuração, estava com 3.596 leitores.
O que me deixa mais intrigado e com expectativa futura. Eu acho que esse tipo de fazer politica não vai terminar tão cedo. A sociedade apresenta o problema e os políticos tem que resolver. É isso que está sendo traçado. É uma nova maneira de fazer politica? É uma nova maneira de fazer democracia? Plesbicito ou referendo, qual a melhor opção? Vamos começar com esse tema
E, o câncer, como é que fica?  

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Psica e câncer

Psica é um termo que significa azar. Muito usado na minha infância.
Eu costumo comentar que o câncer não é uma maldição, azar, inveja ou outra definição. O câncer está relacionado em sua grande maioria com hábitos inadequados como o tabagismo, alcoolismo, pratica sexual e alimentação inadequada entre tantas. Não é psica ter câncer.
E psica com futebol? O melhor não ganha sempre e isso torna o futebol mais comovente e gostoso de assistir. Tem torcida que fica com medo de perder, de ser rebaixado de ser zoado. A torcida ganhadora canta a vitória e muita das vezes ensina passo de samba nunca visto. Coreografia nunca visto associando o cantar com movimentos das pernas e braços que venceria qualquer concurso de danças. E os tenores? O importante nessa hora está no entusiasmo contagiante.
Ontem, assistindo um jogo de futebol num determinado bar em Belém do Pará, envolvendo o Payssandu e Chapecoense cheguei a algumas conclusões interessantes. Vejamos abaixo:
1 - Torcida do Chapecoense nesse bar era muito maior que a do Payssandu;
2 - Que a torcida do Chapecoense era mais educada. Pouca conversa e muitas das vezes torcia pelo o Payssandu. Como? Eu só entendi essa ação no final do jogo. Quando o Payssandu perdia chance  de gol, todos os torcedores, se levantavam e gritavam nomes conhecidos em toda torcida. Só não saía nome santo. A única diferença entre as duas torcidas estava no olhar enigmático tipo olhar da Mona Lisa demostrado pelos torcedores da equipe chapecoense. Eu não sabia do significado, se era de prazer pela perda do gol ou olhar de desprezo;
3 - O termo "psica" foi ouvido por mim, de maneira estranha, observado quando o Payssandu atacava com risco de fazer gol. Esses educados torcedores chapecoenses cruzavam as pernas, fechavam a mão com o primeiro dedo entre o segundo e terceiro dedo (figa?), abaixando a cabeça falando psica, psica, psica, psica.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Expectativa atual no controle do câncer

Há algum tempo atrás o Ministério da Saúde através do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aplicou um projeto piloto para estudar e propor soluções relacionado a alta incidência do câncer do colo uterino. Nesse projeto foram escolhidos 5 cidades representadas regiões geográficas do Brasil. Essa proposta foi a base para criar o Projeto "Viva Mulher". Belém do Pará foi a cidade escolhida representando a região Norte do Brasil. Tal projeto era devido alta incidência do câncer de colo uterino no Brasil e com um impacto maior nos estados brasileiros de menor desenvolvimento social, econômico e cultural. Estava fechado o diagnóstico principal. E o que é pior, trata-se de doença na maioria das vezes evitável. Esse projeto foi realizado no governo  Fernando Henrique Cardoso de Melo. A Proposta era de implantar em todos os municípios brasileiro programas preventivos relacionado ao câncer do colo uterino. Houve crises e mais crises por achar que o Brasil não estava preparada para tal proposta como falta de técnicos na leitura das lâminas para diagnóstico citológico, falta de instituições especializadas no tratamento, falta de medicamentos entre tantas questões que não vale a pena comentar. Resumindo o caso, trabalho feito. Problemas encontrados e muito deles solucionados. A contribuição desse trabalho na saúde publica foram excelentes. Muitas atividades ainda precisa ser trabalhada. O projeto foi início de um projeto maior que é diminuição da incidência e mortalidade por câncer do colo uterino. Poderíamos continuar falando desse projeto. O momento atual é em comentar sobre o passado para chegar ao presente. O comentário históricos servem para acreditar na proposta da Lei Dilma dos 60 dias (lei que determina tratamento até os 60 dias após diagnóstico do paciente). Eu e todos que trabalham com saúde pública sabem da importância dessa lei. A situação não pode ficar como está. Muitas dúvidas no ar.
Em nenhum momento constatei reportagem ou pronunciamento de pessoal técnico da Fundação do Câncer, ninguém de instituições com a Fundação Ludwig de Pesquisa sobre o câncer, Hospital A.C. Camargo, Associações médicas brasileiras e principalmente as Associação de entidades filantrópicas de combate ao câncer (ABFIC), Secretarias de saúde públicas do Brasil, Sociedades médicas como a Sociedade Brasileira de Cancerologia entre tantas outras. Eu acredito que mais de 80% das instituições que prestam serviço de atendimento oncológico no Brasil estejam ligados a ABIFIC.
Outro fato que está ocorrendo na imprensa é da proposta de importação de médicos para atendimento em áreas ditas prioritárias conduzidas pelo Ministério da Saúde. Esse projeto que para mim é descabido. Sabemos quais são os problemas e estamos resolvendo (resolvendo?) de maneira paliativa e indevida. Já comentamos no blog anterior Lei Dilma no Controle do Câncer.
E para complicar o meu entendimento, Eliane Cantanhede de Brasília/Folhapress em 30/05/2013 publicou "Brasil, uma onda" sobre o PIB do Brasil com crescimento insignificante. O crescimento positivo foi para a agricultura. Houve queda na indústria e recuo no ritmo do consumo das famílias ocasionadas principalmente pela inflação que estamos vivendo. A dificuldade política comentado pela Eliane vai desde um sutil comentário das MPs de Ideli, PIB de Mantega e Bolsa Família da Caixa Econômica Federal. Não vou entrar nesses detalhes, porém queira ou não, isso tem sim a ver com todos nós.
Esse é o cenário. É irreal?
Por favor, alguém diga que estou errado em fazer esses comentários, que isso tudo é fantasia ou coincidência, pois errado ou não, serei o primeiro a ajudar nessa empreitada social e humanitária.