Há algum tempo atrás o Ministério da Saúde através do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aplicou um projeto piloto para estudar e propor soluções relacionado a alta incidência do câncer do colo uterino. Nesse projeto foram escolhidos 5 cidades representadas regiões geográficas do Brasil. Essa proposta foi a base para criar o Projeto "Viva Mulher". Belém do Pará foi a cidade escolhida representando a região Norte do Brasil. Tal projeto era devido alta incidência do câncer de colo uterino no Brasil e com um impacto maior nos estados brasileiros de menor desenvolvimento social, econômico e cultural. Estava fechado o diagnóstico principal. E o que é pior, trata-se de doença na maioria das vezes evitável. Esse projeto foi realizado no governo Fernando Henrique Cardoso de Melo. A Proposta era de implantar em todos os municípios brasileiro programas preventivos relacionado ao câncer do colo uterino. Houve crises e mais crises por achar que o Brasil não estava preparada para tal proposta como falta de técnicos na leitura das lâminas para diagnóstico citológico, falta de instituições especializadas no tratamento, falta de medicamentos entre tantas questões que não vale a pena comentar. Resumindo o caso, trabalho feito. Problemas encontrados e muito deles solucionados. A contribuição desse trabalho na saúde publica foram excelentes. Muitas atividades ainda precisa ser trabalhada. O projeto foi início de um projeto maior que é diminuição da incidência e mortalidade por câncer do colo uterino. Poderíamos continuar falando desse projeto. O momento atual é em comentar sobre o passado para chegar ao presente. O comentário históricos servem para acreditar na proposta da Lei Dilma dos 60 dias (lei que determina tratamento até os 60 dias após diagnóstico do paciente). Eu e todos que trabalham com saúde pública sabem da importância dessa lei. A situação não pode ficar como está. Muitas dúvidas no ar.
Em nenhum momento constatei reportagem ou pronunciamento de pessoal técnico da Fundação do Câncer, ninguém de instituições com a Fundação Ludwig de Pesquisa sobre o câncer, Hospital A.C. Camargo, Associações médicas brasileiras e principalmente as Associação de entidades filantrópicas de combate ao câncer (ABFIC), Secretarias de saúde públicas do Brasil, Sociedades médicas como a Sociedade Brasileira de Cancerologia entre tantas outras. Eu acredito que mais de 80% das instituições que prestam serviço de atendimento oncológico no Brasil estejam ligados a ABIFIC.
Outro fato que está ocorrendo na imprensa é da proposta de importação de médicos para atendimento em áreas ditas prioritárias conduzidas pelo Ministério da Saúde. Esse projeto que para mim é descabido. Sabemos quais são os problemas e estamos resolvendo (resolvendo?) de maneira paliativa e indevida. Já comentamos no blog anterior Lei Dilma no Controle do Câncer.
E para complicar o meu entendimento, Eliane Cantanhede de Brasília/Folhapress em 30/05/2013 publicou "Brasil, uma onda" sobre o PIB do Brasil com crescimento insignificante. O crescimento positivo foi para a agricultura. Houve queda na indústria e recuo no ritmo do consumo das famílias ocasionadas principalmente pela inflação que estamos vivendo. A dificuldade política comentado pela Eliane vai desde um sutil comentário das MPs de Ideli, PIB de Mantega e Bolsa Família da Caixa Econômica Federal. Não vou entrar nesses detalhes, porém queira ou não, isso tem sim a ver com todos nós.
Esse é o cenário. É irreal?
Por favor, alguém diga que estou errado em fazer esses comentários, que isso tudo é fantasia ou coincidência, pois errado ou não, serei o primeiro a ajudar nessa empreitada social e humanitária.
Médico com especialização em oncologia. Aqui você encontrará temas relacionados a saúde, principalmente na área de oncologia, além de assuntos gerais relacionados com a VIDA.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
domingo, 26 de maio de 2013
Lei Dilma no controle do cancer
As manifestações em todo o Brasil pelo programa "Revalida" estão ocorrendo. Programa este para candidatos de outros países a exercerem o direito de usar a medicina junto aos nossos irmãos brasileiros. De acordo com as informações, quase todos os países no mundo inteiro utiliza esse meios para facilitar o exercício da medicina com a comunicação falada e escrita como também prova de conhecimento médico. Todo cidadão brasileiro está de acordo de que alguma proposta tem que ser feita. Não pode ficar como está. O que não pode acontecer é da maneira como está ocorrendo. A sociedade tem que participar e escolher meios mais eficazes no enfrentamento dos problemas culminando com proposta ideal.
Em publicação recente, os Estados Unidos da América referiu avanços na prospecção e perfuração em camadas profundas com exposição do gás xisto. Referiram também reservas em grandes proporções que pode mudar o balanço global de geração de energia. O gás xisto provavelmente irá substituir o gás do petróleo, carvão das usinas elétricas, gasolina, diesel. Esse gás, irá propor avanço tecnológico com mudanças na historia da humanidade gerando riquezas, prosperidades e novo caminho para o bem estar social. E como isso é feito? Aplicando tecnicamente os seus conhecimentos e discussão com a sociedade virá na hora certa impondo sempre o lado técnico.
E o que ocorre com o nosso pré-sal? Ainda não estamos nos beneficiando do petróleo e as brigas pelo benefícios não param. E as nossas estradas, fazem o que? Que custo nos temos? E os Estados brasileiros exportadores de minérios, se beneficiam de que? Que estrategias nós temos para comparar com o povo norte americano? Aonde é que entra a Lei Dilma do controle do câncer? A saúde pública está tão organizada quanto políticas comerciais do petróleo e minérios? O que devemos priorizar?Saúde é resolvido com assinatura de decreto ou lei? Tem "dezenas" de questões a serem tratadas e continuamos aguardando soluções.
Evidentemente que eu não tenho resposta. Também, radicalmente eu sou a favor de que as "coisas" não pode ficar como estão Medidas tem que ser feita o mais breve possível.
O cenário atual relacionado com a saúde é interessante, vejamos abaixo.
Voltando para o projeto Revalida, que para mim, vai além dessa questão de revalidar o diploma médico. O Ministério da Saúde propôs recrutar médicos estrangeiros para atendimento em áreas prioritárias, como periferias das cidades e municípios distantes. A minha preocupação (entre tantas) é que sabemos, que em determinada área, o médico não chega pelo acesso difícil e segurança pública inexistente local(assalto é o mais importante entre outras agressões). Vocês já imaginaram problemas no Itamarati para resolver essas questões junto aos países conveniados? Muitos dirão que isso não é problema. É fácil, é só pagar seguro de vida. É isso? Tenho certeza que ninguém levou esse fato a ser questionado.
Os fatos levantados pela ausência de profissionais nesses lugares são por não haver infraestrutura adequada. Não há insumos suficientes nas grandes cidades, imagine no interior e periferia das cidades. E, equipamentos, como tratar? Essas pessoas a serem atendidas, são de categoria inferior quando comparadas com as populações das capitais? No Rio de Janeiro (cidade mais linda do mundo) existe local que o Estado não está presente, imagine em outros lugares. Ou vai acontecer ao contrario, essas populações ficarão melhor atendida?
Qual o caminho ideal? Em primeiro lugar ouvir o Conselho Federal de Medicina, sociedades organizadas e principalmente cobrar do gestor municipal e estadual um "olhar eficiente" do SUS e atender o que é óbvio, como em tornar o Estado mais próximo do cidadão caminhando e ajustando regras existentes e criando outras como implantação de serviços (convênios) de Universidades junto aos interiores e comunidades afastadas dos centros mais desenvolvidos. Criar meios para que as prefeituras garanta permanência de médicos no interior (salário seguro e permanência destes independente de mudanças políticas). Fazer com que o próprio Ministério da Saúde ajustasse proposta a outros ministério como a de educação, viabilizando obrigatoriedade na interiorização da saúde universitária. Que conversasse com o Ministério das Cidades entre tantos outros ministérios. Que o Governo Federal não aplicasse recursos para áreas como foi aplicado e mal aplicado na Copa do Mundo no Brasil (atendendo exigências absurdas como em escolher sedes que vão ser uns verdadeiros elefantes brancos sem tradição futebolística quando comparado com outros centros como o Pará como exemplo)
E a Lei Dilma, no controle do Câncer? Eu não sei o que vai acontecer. Sei que veio em boa hora. Sei também que será início de um novo projeto de vida. Sei que muitas dificuldades existirão e que precisamos de pessoas comprometidas e competentes para solucionar problemas antigos.
Em publicação recente, os Estados Unidos da América referiu avanços na prospecção e perfuração em camadas profundas com exposição do gás xisto. Referiram também reservas em grandes proporções que pode mudar o balanço global de geração de energia. O gás xisto provavelmente irá substituir o gás do petróleo, carvão das usinas elétricas, gasolina, diesel. Esse gás, irá propor avanço tecnológico com mudanças na historia da humanidade gerando riquezas, prosperidades e novo caminho para o bem estar social. E como isso é feito? Aplicando tecnicamente os seus conhecimentos e discussão com a sociedade virá na hora certa impondo sempre o lado técnico.
E o que ocorre com o nosso pré-sal? Ainda não estamos nos beneficiando do petróleo e as brigas pelo benefícios não param. E as nossas estradas, fazem o que? Que custo nos temos? E os Estados brasileiros exportadores de minérios, se beneficiam de que? Que estrategias nós temos para comparar com o povo norte americano? Aonde é que entra a Lei Dilma do controle do câncer? A saúde pública está tão organizada quanto políticas comerciais do petróleo e minérios? O que devemos priorizar?Saúde é resolvido com assinatura de decreto ou lei? Tem "dezenas" de questões a serem tratadas e continuamos aguardando soluções.
Evidentemente que eu não tenho resposta. Também, radicalmente eu sou a favor de que as "coisas" não pode ficar como estão Medidas tem que ser feita o mais breve possível.
O cenário atual relacionado com a saúde é interessante, vejamos abaixo.
Voltando para o projeto Revalida, que para mim, vai além dessa questão de revalidar o diploma médico. O Ministério da Saúde propôs recrutar médicos estrangeiros para atendimento em áreas prioritárias, como periferias das cidades e municípios distantes. A minha preocupação (entre tantas) é que sabemos, que em determinada área, o médico não chega pelo acesso difícil e segurança pública inexistente local(assalto é o mais importante entre outras agressões). Vocês já imaginaram problemas no Itamarati para resolver essas questões junto aos países conveniados? Muitos dirão que isso não é problema. É fácil, é só pagar seguro de vida. É isso? Tenho certeza que ninguém levou esse fato a ser questionado.
Os fatos levantados pela ausência de profissionais nesses lugares são por não haver infraestrutura adequada. Não há insumos suficientes nas grandes cidades, imagine no interior e periferia das cidades. E, equipamentos, como tratar? Essas pessoas a serem atendidas, são de categoria inferior quando comparadas com as populações das capitais? No Rio de Janeiro (cidade mais linda do mundo) existe local que o Estado não está presente, imagine em outros lugares. Ou vai acontecer ao contrario, essas populações ficarão melhor atendida?
Qual o caminho ideal? Em primeiro lugar ouvir o Conselho Federal de Medicina, sociedades organizadas e principalmente cobrar do gestor municipal e estadual um "olhar eficiente" do SUS e atender o que é óbvio, como em tornar o Estado mais próximo do cidadão caminhando e ajustando regras existentes e criando outras como implantação de serviços (convênios) de Universidades junto aos interiores e comunidades afastadas dos centros mais desenvolvidos. Criar meios para que as prefeituras garanta permanência de médicos no interior (salário seguro e permanência destes independente de mudanças políticas). Fazer com que o próprio Ministério da Saúde ajustasse proposta a outros ministério como a de educação, viabilizando obrigatoriedade na interiorização da saúde universitária. Que conversasse com o Ministério das Cidades entre tantos outros ministérios. Que o Governo Federal não aplicasse recursos para áreas como foi aplicado e mal aplicado na Copa do Mundo no Brasil (atendendo exigências absurdas como em escolher sedes que vão ser uns verdadeiros elefantes brancos sem tradição futebolística quando comparado com outros centros como o Pará como exemplo)
E a Lei Dilma, no controle do Câncer? Eu não sei o que vai acontecer. Sei que veio em boa hora. Sei também que será início de um novo projeto de vida. Sei que muitas dificuldades existirão e que precisamos de pessoas comprometidas e competentes para solucionar problemas antigos.
sábado, 13 de abril de 2013
O controle do câncer na mão certa
Eu não posso receber incumbência de doutrinar ações relacionadas a neurocirurgia, obstetrícia, cardiologia, endocrinologia entre tantas outras especialidades médicas.
A minha formação é oncologia. Essa é a área que me dedico. Além da minha formação, preciso também como gestor, em ter competência para transmitir informações e atos relacionados a oncologia.
A mão certa no controle do câncer é uma pequena nota questionando o papel de liderança no controle do câncer. O controle do câncer está relacionado em todas as suas etapas, desde gerenciamento dentro de uma unidade de saúde, dentro de um hospital, na verificação de contas auditando procedimentos, coordenando companhas entre tantas outras ações. O líder também tem que ter conhecimento técnico. Eu sou radical nesta questão. O ideal é que todos fossemos líderes.
A liderança é um atributo natural. Eu acredito que todos nós somos lideres, só que faltamos nos descobrir. O líder inspira, provoca e faz acontecer. Numa empresa competitiva, a liderança é uma necessidade.
Gerenciar, educar, liderar ações relacionados a oncologia é a questão. É bem verdade, que nos dias de hoje, precisamos de outras ferramentas como o marketing, empreendedorismo e visão de negócio para fazer acontecer.
Não podemos tratar "as coisas" de maneira amadorística.
No nosso dia a dia, quem assume esse papel de liderança competente?
Quando iremos tratar assuntos técnico com ética, dignidade e conhecimento? Quando mudaremos esse viés ideológico?
Tem muitos técnicos capacitados que estão na plateia assistindo essa dramatização social e nada podem fazer. Eles são sábios. Eles não propõem mudanças por serem minorias. Esses atores sociais não fazem parte desse ou daqueles grupos políticos e sociais.
Precisamos de pessoas com conhecimento e currículo tradicional centrado na área técnica comprovada e antenado na vida cada vez mais competitiva e exigente.
Os nossos maiores problemas são ético, moral, técnico, social, político e comportamental. Precisamos de pessoas ousadas, com mente aberta onde não exista horizonte. Onde os sonhos são realidades.
A minha formação é oncologia. Essa é a área que me dedico. Além da minha formação, preciso também como gestor, em ter competência para transmitir informações e atos relacionados a oncologia.
A mão certa no controle do câncer é uma pequena nota questionando o papel de liderança no controle do câncer. O controle do câncer está relacionado em todas as suas etapas, desde gerenciamento dentro de uma unidade de saúde, dentro de um hospital, na verificação de contas auditando procedimentos, coordenando companhas entre tantas outras ações. O líder também tem que ter conhecimento técnico. Eu sou radical nesta questão. O ideal é que todos fossemos líderes.
A liderança é um atributo natural. Eu acredito que todos nós somos lideres, só que faltamos nos descobrir. O líder inspira, provoca e faz acontecer. Numa empresa competitiva, a liderança é uma necessidade.
Gerenciar, educar, liderar ações relacionados a oncologia é a questão. É bem verdade, que nos dias de hoje, precisamos de outras ferramentas como o marketing, empreendedorismo e visão de negócio para fazer acontecer.
Não podemos tratar "as coisas" de maneira amadorística.
No nosso dia a dia, quem assume esse papel de liderança competente?
Quando iremos tratar assuntos técnico com ética, dignidade e conhecimento? Quando mudaremos esse viés ideológico?
Tem muitos técnicos capacitados que estão na plateia assistindo essa dramatização social e nada podem fazer. Eles são sábios. Eles não propõem mudanças por serem minorias. Esses atores sociais não fazem parte desse ou daqueles grupos políticos e sociais.
Precisamos de pessoas com conhecimento e currículo tradicional centrado na área técnica comprovada e antenado na vida cada vez mais competitiva e exigente.
Os nossos maiores problemas são ético, moral, técnico, social, político e comportamental. Precisamos de pessoas ousadas, com mente aberta onde não exista horizonte. Onde os sonhos são realidades.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Antenor Madeira: O Círio de Nazaré
Antenor Madeira: O Círio de Nazaré: O Círio de Nazaré em Belém do Pará, ocorre há mais de 200 anos no segundo domingo de Outubro e por razões óbvias, farei pequeno comentário s...
O Círio de Nazaré
O Círio de Nazaré em Belém do Pará, ocorre há mais de 200 anos no segundo domingo de Outubro e por razões óbvias, farei pequeno comentário sobre essa procissão tão especial. Os comentários basicamente são 2 e que serão escritos abaixo.
No primeiro comentário torna-se importante informar que desde as escrituras sagradas, Mateus 18:18, disse que "aquilo que liga-se na terra, será ligado no Céu, ou seja, aquilo que através da fé for por nós determinado, assim acontecerá, como também aquilo que por nós for desligado no nosso plano terrestre, também será desligado no plano espiritual. Eu não me canso de falar que o Círio não é só para ser visto. É para ser sentido. É emoção pura. O que Mateus escreveu constata-se na procissão do círio. As centenas de promessas pagas no Círio de Nazaré oriundas dessa ligações do nosso plano terrestre com o plano espiritual.
O Círio de Nazaré é exemplo puro de humildade, com caminhar com endereço certo, indo por ruas estreitas, largas, tortuosas, pessoas descalças, com fome, sede e apertados pela fé que gera uma energia indescritível.
O segundo comentário é sobre Maria, a mãe de Jesus. E o Círio é Maria, mãe da igreja católica e de todos nós. Antes, porém, falarei de outras Marias. As nossas mulheres. As nossas Marias. Vocês já observaram que as maiorias dos acompanhantes dos pacientes em hospitais são do sexo feminino? Nos casos das rebeliões dos presídios, quem está do lado de fora acompanhando o desenvolvimento desses atos? São mulheres? A mulher é diferente do homem. Ela protege melhor os seus filhos. É fácil também observar junto ao reino animal irracional. Eu sugiro a todos a assistir o filme de Mel Gibson " A Paixão de Cristo" e conhecer o olhar do cineasta sobre Maria de Jesus.
Maria era tão especial, que Jesus a entregou ao seu discípulo mais amado que era João, para a devida proteção. Porque João? Porque Maria era especial?
O Círio de Nazaré é parte dessa historia.
No primeiro comentário torna-se importante informar que desde as escrituras sagradas, Mateus 18:18, disse que "aquilo que liga-se na terra, será ligado no Céu, ou seja, aquilo que através da fé for por nós determinado, assim acontecerá, como também aquilo que por nós for desligado no nosso plano terrestre, também será desligado no plano espiritual. Eu não me canso de falar que o Círio não é só para ser visto. É para ser sentido. É emoção pura. O que Mateus escreveu constata-se na procissão do círio. As centenas de promessas pagas no Círio de Nazaré oriundas dessa ligações do nosso plano terrestre com o plano espiritual.
O Círio de Nazaré é exemplo puro de humildade, com caminhar com endereço certo, indo por ruas estreitas, largas, tortuosas, pessoas descalças, com fome, sede e apertados pela fé que gera uma energia indescritível.
O segundo comentário é sobre Maria, a mãe de Jesus. E o Círio é Maria, mãe da igreja católica e de todos nós. Antes, porém, falarei de outras Marias. As nossas mulheres. As nossas Marias. Vocês já observaram que as maiorias dos acompanhantes dos pacientes em hospitais são do sexo feminino? Nos casos das rebeliões dos presídios, quem está do lado de fora acompanhando o desenvolvimento desses atos? São mulheres? A mulher é diferente do homem. Ela protege melhor os seus filhos. É fácil também observar junto ao reino animal irracional. Eu sugiro a todos a assistir o filme de Mel Gibson " A Paixão de Cristo" e conhecer o olhar do cineasta sobre Maria de Jesus.
Maria era tão especial, que Jesus a entregou ao seu discípulo mais amado que era João, para a devida proteção. Porque João? Porque Maria era especial?
O Círio de Nazaré é parte dessa historia.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Antenor Madeira: Onda verde e o câncer
Antenor Madeira: Onda verde e o câncer: Estava trabalhando e de repente senti falta do cafezinho. Fui até a sala ao lado degustar esse líquido maravilhoso. Notei a falta dos famoso...
Onda verde e o câncer
Estava trabalhando e de repente senti falta do cafezinho. Fui até a sala ao lado degustar esse líquido maravilhoso. Notei a falta dos famosos copinhos que foram elaborados para esse fim, que é o consumo deste liquido. Perguntei pelos copinhos aos colegas de trabalho quando percebi que a falta deste copinhos era estratégico. Os colegas estavam rindo e comentaram que estava proibido o uso daquele produto por ser de plástico. Continuei sem entender. A explicação veio a seguir como se não conhecêssemos o papel do plástico no mundo atual.
Você sabe o tempo que esse produto fica no meio ambiente para se degradar? Foi a pergunta que fizeram. Confesso que fiquei chocado com o que estava acontecendo. A resposta demorou a chegar. Olhei em volta e disse. Você está vendo esse objeto que colhe o lixo na nossa sala? É de plástico. As cadeiras em volta, são de que? E as mesas, computadores? Todos tem plástico. Os sacos de lixos hospitalares, seringas, entre tantas outras utilizadas no hospital são de plástico. Tudo relatado também está proibido?
Conclui dizendo, que precisamos é investir cada vez mais em plástico, principalmente em habitações, substituição da madeira por plásticos, carros, barcos, bicicletas entre milhares de produtos para ser consumidos. Continuei a tagarelar, concluindo usando a estratégia de sucesso que a educação é a chave mestra do sucesso e de que precisamos mesmo é investir em conhecimento.
No outro dia, no mesmo local de trabalho, estávamos saboreando o nosso cafezinho acompanhado do famoso copinho de plástico.
Depois de receber informação pelo Facebook originado dos Estados Unidos da América, pelo Irmão Joseph Browne (Foi meu professor e amigo, na época que cursava o colegial no Dom Amando em Santarém). A tradução/versão foi feita na observação do dialogo de jovem atendente de determinado super mercado e uma senhora idosa. O atendente questionou pedindo que a senhora trouxesse suas próprias sacolas, pois os sacos plásticos não eram bons para o meio ambiente. A mulher pediu desculpas e comentou que quando mais jovem não tínhamos a preocupação com o verde. O atendente disse que a preocupação com o verde é nosso problema hoje e que a geração passada não se importava o suficiente para tratar adequadamente o meio ambiente. Ela disse que ele (o vendedor)estava certo. Na época, o leite consumido era em garrafa e este vasilhame voltava para o vendedor, como também acontecia com os refrigerantes e cervejas. O vendedor tomava providências de encaminha-las para as fábricas e assim era feito voltando novamente para o consumidor. Era um ciclo comum na época. Exemplo de verdadeira reciclagem. Muitos sacos de papeis eram muito utilizado por diversas vezes e por inúmeras coisas da vida como capas de livros escolares (garantir a propriedade pública). Os livros eram repassados a outros´alunos no ano seguinte. Naquela época subíamos escadas e agora tem escadas rolantes em todos os lugares. Naquela época, não existia fraldas de bebê (descartável). A roupa era secada no tempo e em varal (energia eólica e solar). Não havia máquina queimando energia. Naquela época tínhamos TV e rádio na casa. Hoje temos TV em cada quarto. Os serviços de correios não tinham o que tem hoje como isopor, plásticos e plásticos bolhas. Os cortadores de gramas não tinham combustível como os de hoje, como além estar de acordo com o verde, era saudável utilizar esse tipo de máquina (era uma verdadeira esteira que hoje se usa em qualquer academia de ginastica). Hoje os copos são de plásticos e os da época de vidros. As canetas eram recarregadas, as de hoje são jogadas foras e de plástico. Os barbeadores são elétricos ou de plástico descartáveis. Antigamente era uma navalha. Os transportes dá época era de bonde ou ônibus e as crianças usavam bicicleta. E hoje, como são? Quais energia do verde são utilizadas nos dias atuais?
E o câncer tem relação com os dias modernos contaminados pela falta do verde? E a obesidade? Doenças cardíacas? Diabetes?
Vocês tem algum comentário a fazer?
Você sabe o tempo que esse produto fica no meio ambiente para se degradar? Foi a pergunta que fizeram. Confesso que fiquei chocado com o que estava acontecendo. A resposta demorou a chegar. Olhei em volta e disse. Você está vendo esse objeto que colhe o lixo na nossa sala? É de plástico. As cadeiras em volta, são de que? E as mesas, computadores? Todos tem plástico. Os sacos de lixos hospitalares, seringas, entre tantas outras utilizadas no hospital são de plástico. Tudo relatado também está proibido?
Conclui dizendo, que precisamos é investir cada vez mais em plástico, principalmente em habitações, substituição da madeira por plásticos, carros, barcos, bicicletas entre milhares de produtos para ser consumidos. Continuei a tagarelar, concluindo usando a estratégia de sucesso que a educação é a chave mestra do sucesso e de que precisamos mesmo é investir em conhecimento.
No outro dia, no mesmo local de trabalho, estávamos saboreando o nosso cafezinho acompanhado do famoso copinho de plástico.
Depois de receber informação pelo Facebook originado dos Estados Unidos da América, pelo Irmão Joseph Browne (Foi meu professor e amigo, na época que cursava o colegial no Dom Amando em Santarém). A tradução/versão foi feita na observação do dialogo de jovem atendente de determinado super mercado e uma senhora idosa. O atendente questionou pedindo que a senhora trouxesse suas próprias sacolas, pois os sacos plásticos não eram bons para o meio ambiente. A mulher pediu desculpas e comentou que quando mais jovem não tínhamos a preocupação com o verde. O atendente disse que a preocupação com o verde é nosso problema hoje e que a geração passada não se importava o suficiente para tratar adequadamente o meio ambiente. Ela disse que ele (o vendedor)estava certo. Na época, o leite consumido era em garrafa e este vasilhame voltava para o vendedor, como também acontecia com os refrigerantes e cervejas. O vendedor tomava providências de encaminha-las para as fábricas e assim era feito voltando novamente para o consumidor. Era um ciclo comum na época. Exemplo de verdadeira reciclagem. Muitos sacos de papeis eram muito utilizado por diversas vezes e por inúmeras coisas da vida como capas de livros escolares (garantir a propriedade pública). Os livros eram repassados a outros´alunos no ano seguinte. Naquela época subíamos escadas e agora tem escadas rolantes em todos os lugares. Naquela época, não existia fraldas de bebê (descartável). A roupa era secada no tempo e em varal (energia eólica e solar). Não havia máquina queimando energia. Naquela época tínhamos TV e rádio na casa. Hoje temos TV em cada quarto. Os serviços de correios não tinham o que tem hoje como isopor, plásticos e plásticos bolhas. Os cortadores de gramas não tinham combustível como os de hoje, como além estar de acordo com o verde, era saudável utilizar esse tipo de máquina (era uma verdadeira esteira que hoje se usa em qualquer academia de ginastica). Hoje os copos são de plásticos e os da época de vidros. As canetas eram recarregadas, as de hoje são jogadas foras e de plástico. Os barbeadores são elétricos ou de plástico descartáveis. Antigamente era uma navalha. Os transportes dá época era de bonde ou ônibus e as crianças usavam bicicleta. E hoje, como são? Quais energia do verde são utilizadas nos dias atuais?
E o câncer tem relação com os dias modernos contaminados pela falta do verde? E a obesidade? Doenças cardíacas? Diabetes?
Vocês tem algum comentário a fazer?
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