quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Cruzada contra o Fumo

A comemoração ao dia Nacional de Combate ao Tabagismo (29/8), lembra a idade média no momento das Cruzadas com ideais da igreja católica seguindo em direção a Terra Santa.
O nosso ideal nessa cruzada é a saúde, com proposta de dominar o conhecimento sobre os malefícios do tabagismo com envolvimento de toda a sociedade. Serão distribuídos materiais educativos e referencias no controle dessa doença.
Na época das Cruzadas a crise era religiosa. No tempo atual a crise é do conhecimento. Precisamos descentralizar nossos conhecimentos facilitando uma vida melhor sem câncer tabaco dependente, sem doenças cardio e respiratórias, sem morte precoce entre tantas.
Nas cruzadas da idade média partida foi da Europa em direção a Terra Santa. Na nossa cruzada a partida é da Praça da república em direção do Hospital Ofir Loiola no domingo dia 31 de agosto.
Na idade média os participantes das cruzadas eram religiosos de varias tribos europeia. Na nossa época, os participantes são super-heróis da vida formados por tribos de esqueitistas, patinadores, bicicletistas, corredores de rua entre tantos heróis do dia a dia.
Vamos lá. Participe.
Vá fantasiado de super-herói.
 

domingo, 13 de julho de 2014

O Futebol alemão como exemplo no controle do câncer,

Lendo o Diário do Pará, nesse dia de decisão da Copa do Mundo, no caderno dos esportes em reportagem "Apesar dos vira-latas, a Copa das Copas" comentando de que alguns dos pontos críticos da falta de sucesso do Brasil no desempenho do Brasil na Copa da Fifa. Nessa reportagem evidencia a derrota histórica de 7 a 1 para a Alemanha com a opinião da presidenta do nosso país com necessidade de mudanças ampla, que visaria entre outras coisas reter talentos no país. Dilma observou também que o Brasil é a sexta economia do  mundo e que daria condições para evitar a exportação em massa de seus jogadores. Nessa mesma constatação no discurso mostra a dificuldade dos combalidos clubes nacionais. Ela também fala do sucesso da organização fazendo jus ao título de Copa das Copas.
Todos tem direito de fazer qualquer tipo de comentário e gostaria de ser criticado ou elogiado pelas minhas observações, seja quais forem. Eu tenho alguns comentários a fazer. Vejamos abaixo:
1 - Que organização estamos falando? Das obras do entorno dos estádios? Do fluxo de ir ou vir, chamada de mobilidade urbana? Qual o balanço dessas obras? Sei muito bem, que pela paixão dos brasileiros as ruas das cidades ficaram desertas com presença somente das pessoas que foram aos estádios. E os aeroportos, estão prontos? Fiquei curioso, pensava que a organização do evento, fosse da Fifa, estou errado?
O verdadeiro show foi do povo brasileiro tornando verdadeiramente show de brasilidade. Brasilidade em companheirismo, em atendimento, em humanidade, em acolhimento, em participação entre tantas outras situações.
Todos os nossos erros e acertos de vida tem que ser trabalhado, exemplo do que aconteceu com a Alemanha. Favor estudar o que a Alemanha fez com o futebol. Eles merecem ser campeões (estou escrevendo antes do início da partida com a Argentina (não tenho nada contra nossos irmãos. Acho o Messi  até melhor do que Neymar. Ele trabalha com a equipe e não observo isso no Neymar. Esse é outra tema para discutirmos). Favor pesquisar sobre o trabalho dos alemães com o futebol para chegarem até a final das Copas das Copas.
Continuando a falar dos erros e acertos. Acho que os brasileiros assumiram bem a derrota. Eles sabiam que não tínhamos condição de vencer. Sabiam que o principal gestos da nossa federação não era o gestor dos nossos sonhos. Foi ele que trouxe o Felipão ( um dos responsáveis pela descida do Palmeiras para a segunda divisão do campeonato brasileiro). Felipão foi campeão mundial. Parreira também. Colocando-os na mesma equipe significaria sucesso? Não vamos discutir a situação dos nossos comandados. Fizeram o que sabem fazer e isso não é suficiente. Certo?
Voltamos ao que mais interessa., A fala da presidenta. Ela tem razão nesse comentário feito pelo Diário do Pará? Ela realmente entende de futebol? Como presidenta do Brasil (país com a sexta economia do mundo referida pela presidenta) enfrenta problemas sociais gravíssimo como a saúde pública brasileira contratando médicos cubanos como enfrentamento do problema? Problemas de segurança pública, educação, mobilidade urbana ainda existe? Sei muito bem que além da sexta economia mundial, pagamos impostos parecidos aos cobrados pelos países desenvolvidos sem o devido retorno.
O exemplo alemão nessa copa do mundo (mesmo que não seja campeão) é para ser seguido. Vamos nos programar para ser exemplo no controle do câncer. Certo?
Não conheço a Alemanha. Algum dia terei um prazer imenso em conhecer.
Alemães vocês deram show.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

A copa do mundo da Fifa e o câncer no Brasil

Hoje, sexta-feira do dia 11 de julho de 2014 estou escrevendo sobre a copa de futebol da Fifa. Todos deslumbrados com o campeonato mundial. Festa todo dia. Nativos e residentes no Brasil com simpatia nunca visto. Praia e sol são receitas de alegria contagiante. Estádio lotados com jogos emocionantes com talentosos jogadores conhecidos ou não.
O jornal Daily Mail publicou algumas lições sobre a Copa do Mundo, que vale a pena referenciar tais observações, como:
1 - O Brasil deixou o guardião do futebol bonito. Na minha opinião, nosso futebol foi medíocre, sem inspiração e com muita pressão. Planejamento decadente e ultrapassado.
2 - Espetáculo mundo afora. Legal, não? Marketing excelente para o Brasil e brasileiros.
3 - A Vontade, a garra e a paixão não são capazes de ganhar jogos sozinhos. Também acho. Também acho que essas observações nunca ganhou copa de futebol.
4 - O futebol ofensivo veio para ficar.
5 - O poder da Fifa acabou. A entidade precisa ser reinventada. Concordo e que isso também seja trabalhado nas instituições nacionais. Não pode haver mandatos vitalícios com eleições já definidas previamente como ocorre até hoje.
6 -A Copa do Brasil talvez a melhor copa da historia e isso deve-se a seu povo, mas, de acordo com o jornal, não deveria ter sediado a competição por ter gastos bilhões em estádios e não ter investido em outras áreas.
7 - Existe futebol fora da Europa. Costa Rica e Colômbia demonstraram isso.
8 - A geração alemã deu certo independentemente do resultado final contra a Argentina.
A copa está terminando. E o amanhã, como será? Não estou falando dos elefantes brancos construídos. Não estou falando dos custos da copa. Estou sim, falando da vergonha das nossas prioridades.
Hoje, assistindo o Bom dia Brasil, assisti reportagem que me fez retornar a nossa realidade. Pacientes aguardando leito em UTI. Pacientes graves como se estivesse no leito da morte.
A copa é só um mês. E a nossa realidade. Será que teremos Copa da Saúde Pública? Copa da Educação? É mais vergonhoso o massacre da Alemanha ou a situação em que vivemos?
Eu vou torcer pela Alemanha pelo show de futebol, show de organização, show gestão e de alegria. Não vi estrelismo.
E o câncer, como entra nessa história?
Prioridade. Essa é a razão.
Vamos lá Brasil.

terça-feira, 24 de junho de 2014

O valor de um milagre no câncer do cérebro

Achei interessante uma historia que contarei a seguir.
Estava ouvido determinada rádio. O tema era religioso, tratando de um milagre ocorrido com uma criança com câncer no cérebro. Vejamos abaixo essa historia.
Essa historia aconteceu nos Estados Unidos da America.
Uma criança estava ouvindo o desespero dos pais comentado a dificuldade no tratamento de outra filha que estava com um tumor no cérebro.
Não tinham recursos para o tratamento era o tema da discussão.
A criança ficava sem entender. Os pais não tinham dinheiro para o tratamento da irmãzinha que morria de dor de cabeça.
A criança foi dormir pensando no desespero dos pais e na saúde da irmã que tanto amava.
Ela acordou antes de todos. Pegou o seu cofre de barro e jogou-o no chão. Contou as moedinhas totalizando um pouco a cima dois 2 dólares. Imediatamente foi na farmácia conversar com o farmacêutico. Esse por sua vez resmungava sem dar atenção a criança. O Farmacêutico estava com a visita de um irmão que morava na capital. Para ele era uma grande honra receber esse irmão. A criança insistiu na pergunta.
Quanta custa um milagre? Eu quero comprar um milagre
O farmacêutico respondeu. Não vendemos milagre. Vá para casa. A criança começou a chorar sem entender o que estava acontecendo. Porque não posso comprar um milagre? disse a menininha. Ela sabia que quase todas as doenças eram tratadas nessa farmácia. Eles tinham médicos, dentistas e farmacêutico.
Observando o que estava acontecendo, o irmão do farmacêutico  perguntou:
Porque o milagre, menininha?
Ela respondeu falando da discussão da noite anterior e que os seus pais não tinham recursos para o tratamento e que só um milagre salvaria a sua irmã.
Vendo o que estava acontecendo, ele fez outra pergunta:
Como você vai pagar esse milagre, menininha?
A menina mostrou as moedinhas que tinha guardado durante anos. Ela falou que era para usar tais recursos em casos de urgência.
O irmão do farmacêutico pediu a menina para conhecer a sua casa. E juntos foram conhecer a família e o mistério que estava para ser desvendado.
Conhecendo os problemas, disse aos pais que era neurocirurgião na capital e que levaria a criança para tratamento. Assim o fez. A criança ficou curada.
O milagre aconteceu.
Podemos quantificar o preço de um milagre?
Que milagre podemos esperar dos nossos pacientes com câncer?
Diminuir as filas de espera já é um milagre?
Gestão eficiente também podemos acreditar que seja um milagre?
Investimento nos fatores de riscos e diagnostico precoce também poder ser um milagre?

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Câncer e desenvolvimento humano

É impossível não tomarmos partido em decisão, mesmo que seja momentaneamente por influencia dos meios de comunicação atuais. Gestão, lideranças, liderados, interesses, educação são fatores que definem o momento que estamos vivendo.
Reflexão pós Tsunami no Japão com reconstrução de cidades em tempo recorde sem comentários de privilégios ou superfaturamento contrasta com que estamos observando no Brasil. Eu fico envergonhado com tantos escândalos ocorridos recentemente no Brasil que faz mal ter que escrever fatos de conhecimento de todos.
Quantas décadas ainda teremos que esperar para ter o país que tanto queremos?
Lendo o Liberal nesta data do dia do trabalhador, observei alguns comentários que aconteceram no passado que vale a pena compartilhar com todos.
Na coluna do conhecido Bernardino Santos, chama atenção do gestor municipal Intendente Antonio Lemos com projeto de Veneziar Belém, mantendo seus rios, canais, igarapés que cortam Belém. Não é preciso conhecer o projeto para definição do maior encantamento pela cidade como geração de empregos e rendas, melhoria em saneamento básico entre tantas conquistas. Tivemos desastre nas decisões políticas nos fechamentos dos canais, igarapés aterrando parte da cidade?
No mesmo jornal Liberal, na coluna do repórter70, referiu o jornal "Zero Hora", de Porto Alegre de 11 de março de 1983. O presidente João Batista de Figueiredo, negou, ontem, o aval do governo para a CBF pleitear junto a Fifa que o Brasil seja sede da Copa do Mundo de 86. A decisão foi tomada  depois da reunião com os ministros e anunciada pelo porta-voz Carlos Átila. A crise econômica, que recomenda "irrestrita austeridade", foi um dois fatores da decisão.
Continuando reportagem do Liberal comentando que se dizia á época é que então presidente JBF, em seu fiel estilo, foi curto e grosso: "Você conhece uma favela no Rio de Janeiro? Você já viu uma seca no Nordeste? Então você acha que eu vou gastar dinheiro com estádio de futebol?"
Basta saber votar ou aguardar um melhor desenvolvimento humano para dias melhores no controle do câncer?

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Mais médicos. Mais problemas II

Novamente lendo o Liberal, jornal paraense em 16/02/2014, em 2 colunas constatamos o óbvio. Vamos a leitura.
Na coluna do repórter 70, observado comentário que os médicos cubanos estão deixando os prefeitos paraenses literalmente quebrados. Eles não economizam na quantidade de medicamentos ministrados e, ao menor sinal da doença, emitem licenças médicas. Além disso, na maioria dos casos, recomendam tratamento fora de domicilio, que implica maior gastos.
Na coluna Tutti Qui, o autor  trata do amor. O amor é lindo, como referencia ao inesquecível Isaac Soares, colunista deste jornal, referenciado pelo sentimento do amor. Fato observado em algum município. Vejamos abaixo:
Quem acompanha as atividades médicas nos municípios paraenses, começaram a sentir cheiro de romances no ar. Os profissionais da terra de Fidel já estão namorando e tudo leva a crer que o relacionamento pode acabar em casamento, levando desespero para o governo cubano.
Com relação ao fato de usar medicamento caros, requer um trabalho maior dos órgão que estão acompanhando tal processo, visto que, supervisores destes médicos tem responsabilidade no ajuste do trabalho em sí. Outro comentário diz respeito a sentenciar que sem solucionar ações que para mim, são primárias como saneamento básico, padronização de medicamento, conhecimento das doenças, imunização entre tantas outras que o ministério da saúde sabe e conhece bem. Vale pena pesquisar a história da nossa saúde pública nos últimos 30 anos saberá como resolver esses problemas. Está tudo nos acervos do Ministério. Com esse conhecimento entenderemos a redução da mortalidade infantil, controle das doenças infectocontagiosas entre tantas outras soluções.
Com relação ao amor. Como acontece nos Estados Unidos da América? Ainda existe isso no país americano? Aqui, no nosso país é novidade. Esse amor pode ter alguns ingredientes. Pobreza nativa e liberdade cubana. Não? Existe mais algum atrativo? Democracia brasileira. Não. Não e não. Eu ainda acredito no amor.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Mais médicos mais problemas. E o câncer como é que fica?

Lendo o Liberal de Belém do Pará nessa manhã (9 de fevereiro) com reportagem da médica cubana criticando as condições em Pacajá separei parte da reportagem para um melhor entendimento da nossa saúde.
Quando questionada sobre a exploração do trabalho ser análoga á escravidão em função do valor pago do governo federal e as condições de trabalho em Pacajá ela referiu que trabalha de segunda a sexta-feira das 8 hs da manhã até as 5 da tarde.. Que ela tinha um controle, uma supervisão que se ela quisesse sair precisaria comunicar ás autoridades e aos seus chefes caso precisasse ir a Belém ou a outro lugar como Brasília. Isso era regra para todos os cubanos que foram para Pacajá.
Com relação a saúde da população e a estrutura do trabalho referiu que era péssima com média de atendimento de 30 a 40 pacientes diariamente e que a maioria era doenças ocasionadas por tomarem água suja, da pia, diabetes...doenças relacionadas a pobreza local. Não fazia nada além de uma apuração, uma sutura, uma triagem porque o posto médico não oferecia estrutura. Nesse caso eram encaminhado aos hospitais, que também era carentes, como exemplificado inexistência de ultrassonografia que também seriam referenciados para Marabá e para Belém. E que esse sentimento era generalizado e que se disserem que é mentira estariam mentindo.
Outro motivo que para mim é muito grave é de que o salário pago a outros médicos de outros países também contratado pelo programa mais médicos são superiores aos pagos aos cubanos.
Ramona Matos Rodrigues de 51 anos de idade abandonou no dia 1 de fevereiro o seu posto de trabalho no munício de Pacajá. Ela também comentou que não duvidava que outro médicos também possam ter a mesma reação e que o mais médico é precioso, mas não valoriza o médico cubano.
Vem algumas questões. Vejamos abaixo:
1 - A Sra. Ramona Matos falou alguma mentira?
2 - Todos nós brasileiros não sabíamos da infraestrutura precária?
3 - Todos nós brasileiros, são sabíamos que os centros de maior desenvolvimento arcariam com esse trabalho no interior do nosso país em função de uma nova demanda?
4 - Será proposto alguma mudança política com vista a uma saúde adequada junto aos nosso interioranos, como água potável, educação, renda entre tantos que a Sr. Romana não comentou?
5 - Realmente, precisamos dessa política sem envolvimento social adequado?
5 - Como não temos como enfrentar as doenças infectocontagiosas, podemos nós preocupar com o controle do câncer, que é um passo maior no atendimento da sociedade?

domingo, 29 de dezembro de 2013

Reveillon e câncer

 O réveillon é a maior festa de confraternização mundial.  Deveríamos fazer essa confraternização todos os dias da nossa vida e a fazemos num único dia. Comemoramos o alvorecer de um novo ano com futuro cheio de esperança desejando paz e prosperidade a todos. Esse ritual é muito rico. Levamos isso a sério, mesmo? Esse desejo com fé ocorre todos os dias da nossa vida?
A preocupação do réveillon vem desde a preparação da nossa ceia. Cardápios variados seguindo ritual prescrito por pessoas que recomendam esse ou aquele produto. As bebidas também seguem rituais que variam de acordo com o vícios de determinadas pessoas. A decoração geralmente permanece as utilizadas no Natal. Os trajes e as cores variam de acordo com a indústria da moda. É legal essa transformação. Temos que ter cuidado com os nossos gastos.
O réveillon geralmente é feito com as pessoas que se gostam,  seja amigos, família ou até mesmo desconhecidos que se envolvem de acordo com as propostas de vida como nas viagens, grupo de alpinistas, maratonistas, religiosos entre tantos sonhos de bem estar social.
Qual a relação do réveillon e câncer?
Estamos em mundo evolutivo com doenças sendo diagnosticadas mais precocemente, exames clínicos como da oncogenética intitulando-se como medicina do futuro diagnosticando a possibilidade de se ter o câncer. O melhor exemplo da oncogenética foi quando divulgado pela Angelina Jolie. Angelina retirou as duas mamas devido o altíssimo risco em desenvolver câncer de mama. Convém referir a evolução dos meios de tratamento como a cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
E essa proposta evolutiva continua com saneamento básico mais próximo de todos, imunizações, melhor perfil alimentar, melhores drogas com melhor controle das doenças infecciosas associados a outros fatores é que ganhamos uma melhor qualidade e alcançamos um ganho maior de vida. Estamos vivendo mais e melhor. Não é legal?
A oncogenética veio para lembrar que possuímos genes para o câncer e que não significa que iremos desenvolver essa doença. Devemos sim saber que esses gens podem ser ativados e essa ativação está relacionado com o nosso estilo de vida.
Devemos também lembrar que 35% dos tipos de canceres estão relacionados com hábitos alimentares inadequado, 30% relacionados ao tabaco, exposição inadequado aos raios solares, bebida alcoólica, stress entre outras.
A relação do réveillon e câncer é entender que precisamos sim mudar e que essa mudança seja no nosso dia a dia desejando com fé melhoria para todos e para nós mesmo. Procure um médico a converse com ele sobre os fatores de risco ao câncer e diagnostico precoce. Vale a pena mudar.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mobilização social no controle do câncer

Marcus Tullius em Roma, 55 ac. definiu que "o orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidas, se a nação não quiser ir a falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez viver por conta pública."
Podemos exercitar e atualizar pensamento de Marcus Tullius?
Em publicação ocorrido no dia 03 de julho de 2012 no blog antenormadeira.blogspot.com,           comentamos sobre liderança no controle do câncer, definimos o papel do líder, que muita das vezes o líder não precisa mandar para fazer acontecer. O líder sabe o seu papel e muita das vezes vive de sonho acreditando em transformação de trabalho aferido por qualidade de serviço, aumento de produção, redução de custos e satisfação social melhor.
Atualmente, nós nos deparamos com acontecimento sociais que deixam toda a sociedade perplexa causando uma expectativa com propósitos diferentes, dependendo de quem está interpretando. Não vou entrar no mérito das questões levantadas ou dos olhares diferenciados que cada cidadão possa ter. Vou sim, levantar alguns pontos que acho relevante, baseado nesse meu olhar e que sirva de debate e questionamentos. Vejamos abaixo:
Inexistência de liderança da mobilização social que está acontecendo em todo Brasil? Não. Esse é um exemplo de liderança nunca visto. Quantos lideres quando eram apenas estudantes que se elegeram e foram consumidos pelo poder? Quantos lideres ditos revolucionários que com o poder na mão, foram consumidos pelo próprio poder? Nessa movimento atual os lideres não aparecem. Não há cabeça para rolar. Não é legal?
Tudo bem. E como negociar com as lideranças? Não precisa. É só entender, o que o movimento social emanada das ruas quer e trabalhar em cima dessas questões. Os políticos são pagos para fazer esse trabalho e não fazem.
As demandas das ruas são claros e também não vamos comentar sobre isso, mas o mais importante está relacionado a corrupção e arrogância dos políticos. O exemplo mais claro dessa arrogância está relacionado a Lei Dilma dos 60 dias no tratamento do câncer e na importação de médicos cubanos para atendimento nas áreas ditas de risco, esquecendo das infraestruturas, medicamentos, exames clínicos e de diagnostico, contratação de equipes que fazem parte desses atendimentos. O ministério da saúde vai criar uma lei que diga a esses profissionais da saúde são profissionais em determinada área, noutra área são cidadãos comuns. Pode? Porque o medo de usar instrumentos que até hoje existe que é o processo Revalida? O medo é pela certeza dos resultados das provas serem reprovados? É esse o profissional que queremos?
O jornal " O Globo" fez uma enquete on line na semana passada, baseada nos protestos ocorrido nas ruas, com interesse especial de prioridade oriunda desses movimentos sociais. Vejamos abaixo:
Transporte público:                    6,0%
Educação:                                  8,0%
Saúde:                                      13,0%
Reforma política                      25,0%
Combate a corrupção              37,0%
Auditar gastos da copa             3,0%
Transparência do  governo       8,0%
A pesquisa/enquete on line, no momento dessa apuração, estava com 3.596 leitores.
O que me deixa mais intrigado e com expectativa futura. Eu acho que esse tipo de fazer politica não vai terminar tão cedo. A sociedade apresenta o problema e os políticos tem que resolver. É isso que está sendo traçado. É uma nova maneira de fazer politica? É uma nova maneira de fazer democracia? Plesbicito ou referendo, qual a melhor opção? Vamos começar com esse tema
E, o câncer, como é que fica?  

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Psica e câncer

Psica é um termo que significa azar. Muito usado na minha infância.
Eu costumo comentar que o câncer não é uma maldição, azar, inveja ou outra definição. O câncer está relacionado em sua grande maioria com hábitos inadequados como o tabagismo, alcoolismo, pratica sexual e alimentação inadequada entre tantas. Não é psica ter câncer.
E psica com futebol? O melhor não ganha sempre e isso torna o futebol mais comovente e gostoso de assistir. Tem torcida que fica com medo de perder, de ser rebaixado de ser zoado. A torcida ganhadora canta a vitória e muita das vezes ensina passo de samba nunca visto. Coreografia nunca visto associando o cantar com movimentos das pernas e braços que venceria qualquer concurso de danças. E os tenores? O importante nessa hora está no entusiasmo contagiante.
Ontem, assistindo um jogo de futebol num determinado bar em Belém do Pará, envolvendo o Payssandu e Chapecoense cheguei a algumas conclusões interessantes. Vejamos abaixo:
1 - Torcida do Chapecoense nesse bar era muito maior que a do Payssandu;
2 - Que a torcida do Chapecoense era mais educada. Pouca conversa e muitas das vezes torcia pelo o Payssandu. Como? Eu só entendi essa ação no final do jogo. Quando o Payssandu perdia chance  de gol, todos os torcedores, se levantavam e gritavam nomes conhecidos em toda torcida. Só não saía nome santo. A única diferença entre as duas torcidas estava no olhar enigmático tipo olhar da Mona Lisa demostrado pelos torcedores da equipe chapecoense. Eu não sabia do significado, se era de prazer pela perda do gol ou olhar de desprezo;
3 - O termo "psica" foi ouvido por mim, de maneira estranha, observado quando o Payssandu atacava com risco de fazer gol. Esses educados torcedores chapecoenses cruzavam as pernas, fechavam a mão com o primeiro dedo entre o segundo e terceiro dedo (figa?), abaixando a cabeça falando psica, psica, psica, psica.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Expectativa atual no controle do câncer

Há algum tempo atrás o Ministério da Saúde através do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aplicou um projeto piloto para estudar e propor soluções relacionado a alta incidência do câncer do colo uterino. Nesse projeto foram escolhidos 5 cidades representadas regiões geográficas do Brasil. Essa proposta foi a base para criar o Projeto "Viva Mulher". Belém do Pará foi a cidade escolhida representando a região Norte do Brasil. Tal projeto era devido alta incidência do câncer de colo uterino no Brasil e com um impacto maior nos estados brasileiros de menor desenvolvimento social, econômico e cultural. Estava fechado o diagnóstico principal. E o que é pior, trata-se de doença na maioria das vezes evitável. Esse projeto foi realizado no governo  Fernando Henrique Cardoso de Melo. A Proposta era de implantar em todos os municípios brasileiro programas preventivos relacionado ao câncer do colo uterino. Houve crises e mais crises por achar que o Brasil não estava preparada para tal proposta como falta de técnicos na leitura das lâminas para diagnóstico citológico, falta de instituições especializadas no tratamento, falta de medicamentos entre tantas questões que não vale a pena comentar. Resumindo o caso, trabalho feito. Problemas encontrados e muito deles solucionados. A contribuição desse trabalho na saúde publica foram excelentes. Muitas atividades ainda precisa ser trabalhada. O projeto foi início de um projeto maior que é diminuição da incidência e mortalidade por câncer do colo uterino. Poderíamos continuar falando desse projeto. O momento atual é em comentar sobre o passado para chegar ao presente. O comentário históricos servem para acreditar na proposta da Lei Dilma dos 60 dias (lei que determina tratamento até os 60 dias após diagnóstico do paciente). Eu e todos que trabalham com saúde pública sabem da importância dessa lei. A situação não pode ficar como está. Muitas dúvidas no ar.
Em nenhum momento constatei reportagem ou pronunciamento de pessoal técnico da Fundação do Câncer, ninguém de instituições com a Fundação Ludwig de Pesquisa sobre o câncer, Hospital A.C. Camargo, Associações médicas brasileiras e principalmente as Associação de entidades filantrópicas de combate ao câncer (ABFIC), Secretarias de saúde públicas do Brasil, Sociedades médicas como a Sociedade Brasileira de Cancerologia entre tantas outras. Eu acredito que mais de 80% das instituições que prestam serviço de atendimento oncológico no Brasil estejam ligados a ABIFIC.
Outro fato que está ocorrendo na imprensa é da proposta de importação de médicos para atendimento em áreas ditas prioritárias conduzidas pelo Ministério da Saúde. Esse projeto que para mim é descabido. Sabemos quais são os problemas e estamos resolvendo (resolvendo?) de maneira paliativa e indevida. Já comentamos no blog anterior Lei Dilma no Controle do Câncer.
E para complicar o meu entendimento, Eliane Cantanhede de Brasília/Folhapress em 30/05/2013 publicou "Brasil, uma onda" sobre o PIB do Brasil com crescimento insignificante. O crescimento positivo foi para a agricultura. Houve queda na indústria e recuo no ritmo do consumo das famílias ocasionadas principalmente pela inflação que estamos vivendo. A dificuldade política comentado pela Eliane vai desde um sutil comentário das MPs de Ideli, PIB de Mantega e Bolsa Família da Caixa Econômica Federal. Não vou entrar nesses detalhes, porém queira ou não, isso tem sim a ver com todos nós.
Esse é o cenário. É irreal?
Por favor, alguém diga que estou errado em fazer esses comentários, que isso tudo é fantasia ou coincidência, pois errado ou não, serei o primeiro a ajudar nessa empreitada social e humanitária.

domingo, 26 de maio de 2013

Lei Dilma no controle do cancer

As manifestações em todo o Brasil pelo programa "Revalida" estão ocorrendo. Programa este para candidatos de outros países a exercerem o direito de usar a medicina junto aos nossos irmãos brasileiros. De acordo com as informações, quase todos os países no mundo inteiro utiliza esse meios para facilitar o exercício da medicina com a comunicação falada e escrita como também prova de conhecimento médico. Todo cidadão brasileiro está de acordo de que alguma proposta tem que ser feita. Não pode ficar como está. O que não pode acontecer é da maneira como está ocorrendo. A sociedade tem que participar e escolher meios mais eficazes no enfrentamento dos problemas culminando com proposta ideal.
Em publicação recente, os Estados Unidos da América referiu avanços na prospecção e perfuração em camadas profundas com exposição do gás xisto. Referiram também reservas em grandes proporções que pode mudar o balanço global de geração de energia. O gás xisto provavelmente irá substituir o gás do petróleo, carvão das usinas elétricas, gasolina, diesel. Esse gás, irá propor avanço tecnológico com mudanças na historia da humanidade gerando riquezas, prosperidades e novo caminho para o bem estar social. E como isso é feito? Aplicando tecnicamente os seus conhecimentos e discussão com a sociedade virá na hora certa impondo sempre o lado técnico.
E o que ocorre com o nosso pré-sal? Ainda não estamos nos beneficiando do petróleo e as brigas pelo benefícios não param. E as nossas estradas, fazem o que? Que custo nos temos? E os Estados brasileiros exportadores de minérios, se  beneficiam de que? Que estrategias nós temos para comparar com o povo norte americano? Aonde é que entra a Lei Dilma do controle do câncer? A saúde pública está tão organizada quanto políticas comerciais do petróleo e minérios? O que devemos priorizar?Saúde é resolvido com assinatura de decreto ou lei? Tem "dezenas" de questões a serem tratadas e continuamos aguardando soluções.
Evidentemente que eu não tenho resposta. Também, radicalmente eu sou a favor de que as "coisas" não pode ficar como estão Medidas tem que ser feita o mais breve possível.
O cenário atual relacionado com a saúde é interessante, vejamos abaixo.
Voltando para o projeto Revalida, que para mim, vai além dessa questão de revalidar o diploma médico. O Ministério da Saúde propôs  recrutar médicos estrangeiros para atendimento em áreas prioritárias, como periferias das cidades e municípios distantes. A minha preocupação (entre tantas) é que sabemos, que em determinada área, o médico não chega pelo acesso difícil e segurança pública inexistente local(assalto é o mais importante entre outras agressões). Vocês já imaginaram problemas no Itamarati para resolver essas questões junto aos países conveniados? Muitos dirão que isso não é problema. É fácil, é só pagar seguro de vida. É isso? Tenho certeza que ninguém levou esse fato a ser questionado.
Os fatos levantados pela ausência de profissionais nesses lugares são por não haver infraestrutura adequada. Não há insumos suficientes nas grandes cidades, imagine no interior e periferia das cidades. E, equipamentos, como tratar? Essas pessoas a serem atendidas, são de categoria inferior quando comparadas com as populações das capitais? No Rio de Janeiro (cidade mais linda do mundo) existe local que o Estado não está presente, imagine em outros lugares. Ou vai acontecer ao contrario, essas populações ficarão melhor atendida?
Qual o caminho ideal? Em primeiro lugar ouvir o Conselho Federal de Medicina, sociedades organizadas e principalmente cobrar do gestor municipal e estadual um "olhar eficiente" do SUS e atender o que é óbvio, como em tornar o Estado mais próximo do cidadão caminhando e ajustando  regras existentes e criando outras como implantação de serviços (convênios) de Universidades junto aos interiores e comunidades afastadas dos centros mais desenvolvidos. Criar meios para que as prefeituras garanta permanência de médicos no interior (salário seguro e permanência destes independente de mudanças políticas). Fazer com que o próprio Ministério da Saúde ajustasse proposta a outros ministério como a de educação, viabilizando obrigatoriedade na interiorização da saúde universitária. Que conversasse com o Ministério das Cidades entre tantos outros ministérios. Que o Governo Federal não aplicasse recursos para áreas como foi aplicado e mal aplicado na Copa do Mundo no Brasil (atendendo exigências absurdas como em escolher sedes que vão ser uns verdadeiros elefantes brancos sem tradição futebolística quando comparado com outros centros como o Pará como exemplo)
E a Lei Dilma, no controle do Câncer? Eu não sei o que vai acontecer. Sei que veio em boa hora. Sei também que será início de um novo projeto de vida. Sei que muitas dificuldades existirão e que precisamos de pessoas comprometidas e competentes para solucionar problemas antigos.

sábado, 13 de abril de 2013

O controle do câncer na mão certa

Eu não posso receber incumbência de doutrinar ações relacionadas a neurocirurgia, obstetrícia, cardiologia, endocrinologia entre tantas outras especialidades médicas.
A minha formação é oncologia. Essa é a área que me dedico. Além da minha formação, preciso também como gestor, em ter competência para transmitir informações e atos relacionados a oncologia.
A mão certa no controle do câncer é uma pequena nota questionando o papel de liderança no controle do câncer. O controle do câncer está relacionado em todas as suas etapas, desde gerenciamento dentro de uma unidade de saúde, dentro de um hospital, na verificação de contas auditando procedimentos, coordenando companhas entre tantas outras ações. O líder também tem que ter conhecimento técnico. Eu sou radical nesta questão. O ideal é que todos fossemos líderes.
A liderança é um atributo natural. Eu acredito que todos nós somos lideres, só que faltamos nos descobrir. O líder inspira, provoca e faz acontecer. Numa empresa competitiva, a liderança é uma necessidade.
Gerenciar, educar, liderar ações relacionados a oncologia é a questão. É bem verdade, que nos dias de hoje, precisamos de outras ferramentas como o marketing, empreendedorismo e visão de negócio para fazer acontecer.
Não podemos tratar "as coisas" de maneira amadorística.
No nosso dia a dia, quem assume esse papel de liderança competente?
Quando iremos tratar assuntos técnico com ética, dignidade e conhecimento? Quando mudaremos esse viés ideológico?
Tem muitos técnicos capacitados que estão na plateia assistindo essa dramatização social e nada podem fazer. Eles são sábios. Eles não propõem mudanças por serem minorias. Esses atores sociais não fazem parte desse ou daqueles grupos políticos e sociais.
Precisamos de pessoas com conhecimento e currículo tradicional centrado na área técnica comprovada e antenado na vida cada vez mais competitiva e exigente.
Os nossos maiores problemas são ético, moral, técnico, social, político e comportamental. Precisamos de pessoas ousadas, com mente aberta onde não exista horizonte. Onde os sonhos são realidades.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Antenor Madeira: O Círio de Nazaré

Antenor Madeira: O Círio de Nazaré: O Círio de Nazaré em Belém do Pará, ocorre há mais de 200 anos no segundo domingo de Outubro e por razões óbvias, farei pequeno comentário s...

O Círio de Nazaré

O Círio de Nazaré em Belém do Pará, ocorre há mais de 200 anos no segundo domingo de Outubro e por razões óbvias, farei pequeno comentário sobre essa procissão tão especial. Os comentários basicamente são 2 e que serão escritos abaixo.
No primeiro comentário torna-se importante  informar que desde as escrituras sagradas, Mateus 18:18, disse que "aquilo que liga-se na terra, será ligado no Céu, ou seja, aquilo que através da fé for por nós determinado, assim acontecerá, como também aquilo que por nós for desligado no nosso plano terrestre, também será desligado no plano espiritual. Eu não me canso de falar que o Círio não é só para ser visto. É para ser sentido. É emoção pura. O que Mateus escreveu constata-se na procissão do círio. As centenas de promessas pagas no Círio de Nazaré oriundas dessa ligações do nosso plano terrestre com o plano espiritual.
O Círio de Nazaré é exemplo puro de humildade, com caminhar com endereço certo, indo por ruas estreitas, largas, tortuosas, pessoas descalças, com fome, sede e apertados pela fé que gera uma energia indescritível.
O segundo comentário é sobre Maria, a mãe de Jesus. E o Círio é Maria, mãe da igreja católica e de todos nós. Antes, porém, falarei de outras Marias. As nossas mulheres. As nossas Marias. Vocês já observaram que as maiorias dos acompanhantes dos pacientes em hospitais são do sexo feminino? Nos casos das rebeliões dos presídios, quem está do lado de fora acompanhando o desenvolvimento desses atos? São mulheres? A mulher é diferente do homem. Ela protege melhor os seus filhos. É fácil também observar junto ao reino animal irracional. Eu sugiro a todos a assistir o filme de Mel Gibson " A Paixão de Cristo" e conhecer o olhar do cineasta sobre Maria de Jesus.
Maria era tão especial, que Jesus a entregou ao seu discípulo mais amado que era João, para a devida proteção. Porque João? Porque Maria era especial?
O Círio de Nazaré é parte dessa historia.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Antenor Madeira: Onda verde e o câncer

Antenor Madeira: Onda verde e o câncer: Estava trabalhando e de repente senti falta do cafezinho. Fui até a sala ao lado degustar esse líquido maravilhoso. Notei a falta dos famoso...

Onda verde e o câncer

Estava trabalhando e de repente senti falta do cafezinho. Fui até a sala ao lado degustar esse líquido maravilhoso. Notei a falta dos famosos copinhos que foram elaborados para esse fim, que é o consumo deste liquido. Perguntei pelos copinhos aos colegas de trabalho quando percebi que a falta deste copinhos era estratégico. Os colegas estavam rindo e comentaram que estava proibido o uso daquele produto por ser de plástico. Continuei sem entender. A explicação veio a seguir como se não conhecêssemos o papel do plástico no mundo atual.
Você sabe o tempo que esse produto fica no meio ambiente para se degradar? Foi a pergunta que fizeram. Confesso que fiquei chocado com o que estava acontecendo. A resposta demorou a chegar. Olhei em volta e disse. Você está vendo esse objeto que colhe o lixo na nossa sala? É de plástico. As cadeiras em volta, são de que? E as mesas, computadores? Todos tem plástico. Os sacos de lixos hospitalares, seringas, entre tantas outras utilizadas no hospital são de plástico. Tudo relatado também está proibido?
Conclui dizendo, que precisamos é investir cada vez mais em plástico, principalmente em habitações, substituição da madeira por plásticos, carros, barcos, bicicletas entre milhares de produtos para ser consumidos. Continuei a tagarelar, concluindo usando a estratégia de sucesso que a educação é a chave mestra do sucesso e de que precisamos mesmo é investir em conhecimento.
No outro dia, no mesmo local de trabalho, estávamos saboreando o nosso cafezinho acompanhado do famoso copinho de plástico.
Depois de receber informação pelo Facebook originado dos Estados Unidos da América, pelo Irmão Joseph Browne (Foi meu professor e amigo, na época que cursava o colegial no Dom Amando em Santarém). A tradução/versão foi feita na observação do dialogo de jovem atendente de determinado super mercado e uma senhora idosa. O atendente questionou pedindo que a senhora trouxesse suas próprias sacolas, pois os sacos plásticos não eram bons para o meio ambiente. A mulher pediu desculpas e comentou que quando mais jovem não tínhamos a preocupação com o verde. O atendente disse que a preocupação com o verde é nosso problema hoje e que a geração passada não se importava o suficiente para tratar adequadamente  o meio ambiente. Ela disse que ele (o vendedor)estava certo. Na época, o leite consumido era em garrafa e este vasilhame voltava para o vendedor, como também acontecia com os refrigerantes e cervejas. O vendedor tomava providências de encaminha-las para as fábricas e assim era feito voltando novamente para o consumidor. Era um ciclo comum na época. Exemplo de verdadeira reciclagem. Muitos sacos de papeis eram muito utilizado por diversas vezes e por inúmeras coisas da vida como capas de livros escolares (garantir a propriedade pública). Os livros eram repassados a outros´alunos no ano seguinte. Naquela época subíamos escadas e agora tem escadas rolantes em todos os lugares. Naquela época, não existia fraldas de bebê (descartável). A roupa era secada no tempo e em varal (energia eólica e solar). Não havia máquina queimando energia. Naquela época tínhamos TV e rádio na casa. Hoje temos TV em cada quarto. Os serviços de correios não tinham o que tem hoje como isopor, plásticos e plásticos bolhas. Os cortadores de gramas não tinham combustível como os de hoje, como além estar de acordo com o verde, era saudável utilizar esse tipo de máquina (era uma verdadeira esteira que hoje se usa em qualquer academia de ginastica). Hoje os copos são de plásticos e os da época de vidros. As canetas eram recarregadas, as de hoje são jogadas foras e de plástico. Os barbeadores são elétricos ou de plástico descartáveis. Antigamente era uma navalha. Os transportes dá época era de bonde ou ônibus e as crianças usavam bicicleta. E hoje, como são? Quais energia do verde são utilizadas nos dias atuais?
E o câncer tem relação com os dias modernos contaminados pela falta do verde? E a obesidade? Doenças cardíacas? Diabetes?
Vocês tem algum comentário a fazer?

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Antenor Madeira: Eleição na prevenção do câncer

Antenor Madeira: Eleição na prevenção do câncer: "Não basta ser honesto. Tem que parecer honesto" Esse é a frase que temos que ter na nossa cabeça. Não devemos ser influenciado por polític...

Eleição na prevenção do câncer

"Não basta ser honesto. Tem que parecer honesto"
Esse é a frase que temos que ter na nossa cabeça. Não devemos ser influenciado por políticos ou candidatos a políticos de ocasião.
Qual a relação da eleição na prevenção do câncer? Veremos abaixo.
Comparar e definir o que queremos é a essência da nossa vida. Fazemos isso todo santo dia. Como exemplo irei comparar a compra ou aquisição de um bem de consumo como a compra de um carro, uma casa, um vinho entre tantas outras coisas. No caso do carro, observamos a finalidade deste bem de consumo. Qual a serventia? Qual o consumo, manutenção e agressão ao meio ambiente? Preço de compra e revenda? Relação de oficinas especializadas também fazem parte na hora da escolha.
Quando escolhemos, tomamos uma decisão. Certo?
Certo. Isso é definido como percepção de valor. A nossa vida depende dessas palavras.Percepção e Valor. Cada pessoa tem a sua percepção e seus valores. Não são iguais para as pessoas. Não são todas as pessoas que tem um carro, mas todas tem esse tipo de percepção e são conhecedoras dos valores que cada modelo pode custar. E a palavra valor significa o que? Aonde queremos chegar? Qual a relação com o controle do câncer? A percepção e valor são iguais para médicos, professores, comerciantes, trabalhadores braçais? Esse é o sonho da criação de uma sociedade com uma percepção e valores que se complementam. Esse é o motivo de acreditarmos nas eleições. Vale a pena sonhar e para isso temos que participar.
Eu acho que são muitas relações que define a nossa decisão em escolher tal candidato ou tal bem de consumo. A diferença é que podemos vender o carro em qualquer momento. O candidato eleito tem tempo de validade de 4 anos para nos representar. Não podemos devolver o produto da nossa escolha antes do termino do seu mandato, mesmo que ele não cumpra o que foi definido na sua campanha.
Estamos conhecendo os candidatos a vagas e que irão nos representar por 4 anos, cuidando das nossas necessidades e dos valores sociais por nos definido.
Hoje, temos obrigação de determinar quais são os valores que queremos junto aos nossos políticos. Quais os trabalhos apresentados que tiveram impactos favoráveis (ou desfavoráveis) junto a nossa comunidade? Quais as propostas dos novos candidatos? Qual o currículo dos novos e velhos candidatos? Devemos acreditar em quem prometeu e não fez?
Façam esse exercício. Compare.Escolha e tome a sua decisão.
Qual o preço do nosso voto? Temos que fazer uma escolha e não devemos errar.
Como a nossa escolha pode influenciar no controle do câncer? É simples. Vamos definir a nossa necessidade e determinar o perfil do nosso candidato.
Aquele candidato que se preocupa com a educação, é um bom candidato. Sem educação não vamos a lugar nenhum. Povo educado tem melhor conhecimento. Faz preventivos médico de rotina. Alimenta-se  melhor e com tudo isso diminui a possibilidade de ter câncer.
Aquele candidato que se preocupa com lazer e esporte também é candidato especial, pois as atividades mencionadas desenvolve um sistema imunológico mais atuante e com isso o câncer passa mais longe.
Aquele candidato que se preocupa com habitação e transporte adequado, saneamento básico, segurança e meios de desenvolvimento estratégico para uma boa alimentação também estará facilitando uma boa blindagem contra o câncer.
E por último, aquele candidato que facilitará um atendimento mais humano nas unidades de saúde com oferta melhor dos medicamentos, informações sobre prevenção e leis que protejam a nossa sociedade dos fatores de risco ao câncer principalmente o tabagismo e álcool tem o nosso apoio.

sexta-feira, 27 de julho de 2012